À medida que nos tornamos naquilo que sempre achámos ser (crescidos!) damo-nos conta que afinal o mundo não pode ser à nossa medida, que não existe um certo e errado, que não existe o óptimo e o péssimo, mas sim que tudo deambula entre os dois extremos, e que por mais que nos esforçamos para que a balança tome um dos partidos isso não funciona.
E é por causa disto que achamos sempre a vida demasiado complexa e a felicidade impossível de alcançar. As escolhas surgem no nosso caminho e é isso que nos atormenta quotidianamente... a escolha entre o certo mas apenas razoável e o incerto mas possivelmente muito bom! E nisto andamos a vida toda... na puta das escolhas!!!
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