20 maio 2006

Renascer

Ilha do Faial, Açores

'Eu sei, eu quis demais
E o sonho nada traz
Sonhar seduz a paz
Eu sei eu vi em meu crescer
Que eu vou sempre dar a mim
Imploro a luz e sigo sempre a sombra
Imploro a morte e volto à luz
É tempo de nascer devagar
Não quero ver o fim chegar sem eu nascer
Devagar eu não quero ver o fim sem eu nascer
Quando eu sonho eu levo a minha força até ao fim
E quando o sonho acaba cego eu olho fundo para mim
Não vejo nada além da tão real ausência de outra luz
E só por ela volto à minha cruz, à minha cruz
Se há luz lá fora eu quero que haja luz em mim
É tempo de nascer devagar não quero ver o fim chegar sem eu nascer
Devagar eu não quero ver o fim sem eu nascer
Implora a queda como quem não quer saber
É tempo de nascer devagar
Não quero ver o fim chegar sem eu nascer
Devagar
Eu não quero ver o fim sem eu nascer
Nascer devagar'
Tempo de nascer, Ornatos Violeta

1 comentário:

Anónimo disse...

Carlitos,

Em relaçao a este blog eu deixo 1 excerto do livro do Friedrich Nietzsche; Para além do Bem e do Mal q diz assim:
" ... as coisas maiores são para os maiores, os abismos são para as pessoas profundas, as coisas delicadas e arrepiantes são para as pessoas subtis e, numa só palavra, tudo o que é raro, para as pessoas raras.

xxxxxxxx